
Data: 02/06/2010
Por José BISPO Santos - Escrivão de Polícia, 21ª Coorpin/Itapetinga
Na manhã de sábado, 29.05.2010, um grupo de policiais civis da 21ª Coorpin/Itapetinga representados por um delegado, um escrivão, três investigadores e um perito técnico, esteve reunido com o candidato ao governo do Estado, PAULO SOUTO, em um café da manhã na cidade de Itororó, e fez a ele algumas reivindicações. Os policiais expuseram ao candidato PAULO SOUTO as dificuldades porque passam a categoria policial civil, principalmente referente a salários.
Criada em 19.08.1997 pelo então governador e hoje candidato PAULO SOUTO, a Lei da GAP (Gratificação de Atividade Policial) também foi tema da explanação, visto que os policiais só tiveram perdas, pois a referida lei diz que quem trabalha 40 horas semanais tem direito à GAP III, IV e V, o que não ocorre desde a sua implementação. Com relação a isso, o candidato disse que está sensível ao pleito, lamentando que realmente houve uma estagnação na GAP III.
Com relação ao seu plano de governo para a segurança pública, o candidato do DEM revelou: "No meu governo a polícia (de um modo geral) será tratada de forma diferenciada", admitindo que houve falhas, no que se refere à segurança pública, no seu último governo.
No encontro, além de PAULO SOUTO, também estiveram presentes o prefeito de Guanambi, NILO COELHO, o ex-prefeito de Feira de Santana, JOSÉ RONALDO, o deputado estadual SANDRO RÉGIS e os deputados federais ULDURICO PINTO, FABIO SOUTO e PAULO MAGALHÃES. Os deputados, aliás, se comprometeram a votar a PEC 300/446 assim que ela entrar na pauta, possivelmente a partir do dia 01.06.2010. "Temos um compromisso com os policiais civis, militares e corpo de bombeiros e, por isso mesmo, votaremos a favor da PEC 300", afirmou FABIO SOUTO, para quem a bancada de oposição está coesa em prol da emenda que fixa o piso salarial dos policiais.
O escrivão de polícia JOSÉ BISPO, representando o SINDPOC, disse que a intenção dos policiais civis de Itapetinga é ouvir todos os candidatos ao governo. "Essa é a forma democrática de reivindicar direitos. A política de segurança pública tem que ser repensada pelos nossos governantes", finalizou o policial.
Fonte: SINDPOC