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Data: 15/06/2010
Por Levi Vasconcelos
Pessoas próximas a ACM Júnior avaliam que as únicas razões que o fazem (ou fizeram) hesitar na expectativa de disputar o mandato de senador (que ele ocupa hoje por herança do pai) são inteiramente pessoais.
Politicamente, dizem, nada a perder. Ou melhor, só a ganhar, mesmo perdendo. Por um detalhe: nunca disputou mandato, aparece bem nas pesquisas, e qualquer quinhão de votos que venha a amealhar, ótimo.
Do velho ACM, Júnior herdou não só o mandato, mas também a grife e as simpatias dos que sentem sinceras saudades.
Com esse cabedal, se entrar na disputa (e está mais para sim do que para não),a disputa das duas vagas do Senado, com pelo menos nove candidatos (até agora), embora tida como 'secundária', já que há em jogo as eleições presidencial e do governo, ganha em acirramento.
É a primeira após a morte de ACM.
E de alguma forma ACM estará no jogo.
Fonte: Jornal Atarde