Foto: Divulgação

Data: 30/06/2010
A saída de César Borges do ninho original do carlismo (inicialmente cogitando uma aliança com o governador Jaques Wagner e finalmente se alinhando com Geddel), a resistência de ACM Júnior (que virou desistência) e a recusa de Imbassahy em enfrentar a empreitada deixaram transparecer que Paulo Souto teria uma chapa capenga.
Um vice como Nilo Coelho, ex-governador, ex-prefeito de Guanambi eleito em 2004 e reeleito em 2008, e um candidato ao Senado como José Ronaldo, ex-prefeito de Feira de Santana, que deixou o mandato em 2008 com altos índices de aprovação, ao lado de nomes cogitados tão afastados do jogo que, se confirmados,teriam que se submeter a um processo de desmumificação política (algo mais para o ridículo).
O deputado José Carlos Aleluia sempre foi uma possibilidade. Trabalhou duas ideias, a da reeleição e a de ser o vice de José Serra, caso o DEM tivesse a primazia da indicação.
O vice de Serra deu no rolo que está, Paulo Souto precisava de um outro nome à altura, casou a sopa no mel. Se vai ganhar ou não, é outra conversa. Mas pelo menos trata-se de um nome vivo e ativo. Dá mais densidade a Souto e apimenta a peleja da já trincada disputa pelas duas vagas do Senado.
Fonte: Jornal Atarde